| |Paula
escreve de Rosa | Rafael de Azul | Viva ao mundo feliz| |
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Adriana Adorava ela (ainda adoro, porém a maioria do pessoal eu já perdi o contato). Companheira de todas as horas, engraçada, metida, respondona. FODA. Eu amava essa menina. Nossa filosofia era: Que se foda: tudo e todos. Eu quero é me divertir. Matou comigo a primeira aula, peguei meu primeiro ônibus sozinho com ela, menti com ela pro taxista, pra mulher da igreja, pra minha mãe e etc. Alias, foi por ela que briguei diversas vezes em casa. A menina mais descolada que eu já conheci. Não tinha vergonha de nada. Me metia sempre em roubada. Quando o assunto eram os namorados dela, o pepino sobrava quase sempre pra mim - no bom sentido, é claro. |
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Daiana - Era uma das meninas calmas da minha sala. Fazia (é claro) parte do B.U.R.A.C.O. mas era mais na dela. Dai - Minha melhor amiga na época. Se tinha alguém mais tímido que eu, era ela. Uma das únicas pessoas com quem ainda falo. E...bem...sabe a maioria dos meus podres. |
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João
Se eu disser: Sem palavras para descrever, anulará todo o resto, o que perderia toda graça. Bem, ele pegou quase o colégio inteiro, ficou pelado num dos trabalhos em grupo, foi alvo de paixões platônicas, os outros garotos tinham um certo rancor dele, mas no fundo ele era um cara legal. Andava com todo mundo, falava com todo mundo. Quase um político. O cara tinha mel. Sério. Metade das garotas daria um dedo pra ficar com ele. Torcedor fervoroso do Vasco. Muitos anos depois, o reconheci andando na rua, só de olhar pras canelas dele. Tinha canelas bonitas. |
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Thiago Medeiros - Participava do séquito do João Paulo. Super tranquilo e - secretamente - sonho de consumo da outra metade da classe. Todas achavam ele lindo, fofo, meigo, etc. Descobri que ficava arrepiado se alguém assoprasse no pescoço dele quando fui companheira de carteira do moço. Descobri mais um nerd, como eu, na época que a IG (argh), ainda dava os seus primeiros passos. Trocamos varias informações, jogos, tenho alguns cds, e ele me tirou num amigo oculto. Pelo que sei, ele virou nerd mesmo. Só nota boa. |
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Tiago Barata - Hum...o que eu posso dizer? Vai ficar pornô-erótico se eu disser qual era o maior, hum, atributo dele. Era consenso entre as meninas. Divertido à beça, acho que um dos poucos em quem eu nunca bati. Escrevia poesias. Fofésimo. (gente, que gay esse comentário!). Inventou um apelido pro Rafael - que nao era muito querido pela ala masculina: Pikachu. Mais
um político. No começo, era um vagabundo. Clássico. Apaixonou-se e
mudou da água suja de esgoto, pro melhor vinho Português. Gente boa
pra c******. Ele cismava em me bater de vez em quando. E arrebentou
meu cordão diversas vezes. Ele fazia parte do grupo. E o |
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Wallace - O nerd mais nerd que eu conheci. Saco de pancadas da turma. Resumindo: bobão. Mas às vezes eu tinha pena dele. Tenho curiosidade de saber onde anda. Só pra saber se mudou. Uma breve passagem vale mais que uma frustrada descrição desse ser: Prof. Sergio - Como eu ia dizendo, as plantas fazem fotossíntese de manhã e à tarde, com a luz solar, para poderem respirar... Wallace (ilustre) - Ué professor, à noite as plantas não respiram? |
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Rafael - Diz ele que se lembra de mim no primeiro dia. Eu não lembro não. Só sei que ele era O EXCLUÍDO da rodinha dos meninos muitas vezes, e por isso andava com a gente. Virou o mascotinho bonitinho e fofinho. A gente botava a criança no colo, alimentava, (des)penteava...aliás, a gente odiava o cabelo dele. Os nós nunca paravam. No fundo, os moleques tinham inveja dele porque andava sempre com no mínimo duas meninas na cola. Eu. Bem, apenas tenho a acrescentar que na sétima série, o motivo do ódio tinha nome e sobrenome. Karina Nunes. Sem + |
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Paula - Menina estudiosa, exemplo de aluna, quieta, sentada, inofensiva. Até que seus detectores de Daniel começassem a apitar. Tacava tudo, dava chiliques, metia a mão em quem quer que fosse, na maior naturalidade e postura possível. A mudança de humor era absurda. Aquela menininha docinha, bonitinha, meiguinha, sentada se transformava num ser sem medo e enfrentava a praga que todos tinham medo. Realmente bizarra! Por conta desses chiliques, meu apelido era Popó. Em homenagem ao boxeador. Acho que era meio ridículo ver os moleques correndo de mim. |
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Laís - Andava muuuuuito com ela, que me arrastava pras Terceiro Milênio da vida. Tinha relações atribuladas com o namorado ( ? ) e enchia o nosso saco por causa disso. Apesar de eu ser totalmente a favor, nunca deu o pé na bunda dele. Sumiu do mapa, apesar de morar a dois quarteirões de mim. Últimas notícias: dançava num grupo de axé. Fundou comigo + Adriana, um grupo intitulado: Trio Problema. Nós éramos as maçãs podres do caixote, nós éramos as ovelhas negras da família, nós representávamos tudo que um bom adolescente católico NÂO deve ser. Eu gosto mto dessa menina. De vez em quando a gente se esbarra, dá um abraço mto forte, como se estivéssemos carregando a pilha pra uma nova fase sem se encontrar. Foda. Engraçada, escreveu junto comigo (e mais algumas pessoas), pérolas como: A preta de carvão uma paródia em cima de "A branca de neve", e interpretou (e quase foi expulsa), comigo, a famosa e picante mini-série (que no nosso caso foi um teatrinho na sala de leitura), "Hilda Furacão" (sim, aquela com o Rodrigo Santoro + Ana Paula Arósio). Chega né! |
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Marta - Não sei qual a ligação de sua fisionomia com a da Vandinha. Alias, não sei de onde surgiu este apelido. Era legal. Daquelas meninas sempre às ordens (no bom sentido). Porém, nenhum contato. A eterna Vandinha. Era muda, coitada. E sofria com o Kléber. Eram amiguinhos de maternal (nhóóóó). Encontrei com ela esse ano numa festa. Não mudou quase nada. Só está mais falante. |
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Kléber - Kléber - Arroz Mor. Não conheci ninguém (salvo o menino de Miguel Pereira), mais azarado que ele. Ele era meio esquisito. Sei lá. Tinha umas brincadeiras estúpidas, e era zoado freqüentemente. Acho que ele se achava um máximo. Eu o chamava carinhosamente de Krébinhu. Ele odiava. Acho que tinha alguma compulsão esquisita pela Vandinha, não largava a coitada. Lembro muito dele não. Só sei que da última vez que o vi, ele achou que eu tinha virado punk porque minha mochila tava toda escrita. Eram poesias. Duh. |
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Rodolfo - Na
época eu odiava ele. Muito. Ele andava com o grupinho mais nerd, e
como mora no meu prédio, tínhamos uma Acho que eu briguei com ele na quinta ou na sexta série, ou ele brigou comigo, nem lembro. Tínhamos uma convivência apenas cordial. Antes de eu me pirulitar do colégio, ele me pediu desculpas por algo que não sei o que era. Óun. Ti fófi. |
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Alexander - O cara era...estranho. Acho que ele e o Wallace podiam dar as mãos e passear felizes na terra dos teletubbies. Lembro apenas que esbarrei com ele umas vezes depois da escola. Sem +. |
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Thiago (-ago + aguinho) - Fofuxo, linduxo, miguxo. A coisa mais divertida era apertar as bochechas dele. Esporte olímpico da sala. O primeiro canhoto além de mim e de minha mãe que conheci na vida (snif). Ele corria muito bem. Podia ser atleta. Eu acho. Integrante oficial do elenco de A branca de Neve. Uma daquelas pessoas que não cresce, era praticamente um rato na educação física. Ninguém pegava o moleque. Não faço idéia de onde esta, o que faz da vida e etc. |
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Eric - Ocupava o posto c.d.f.-mor antes de eu entrar pro colégio. Ele parecia sinceramente agradecido que eu fosse ainda mais c.d.f. que ele. Vai saber...era um cara legal. Comecei a falar direito com ele na oitava série. Acho que ele tinha um pouquinho de raiva por causa da Paula. Afinal ela era light em relação aos estudos e sempre tirava dez. Ele se esforçava muito e nem sempre se dava bem. Quando a Paula saiu do colégio e ele assumiu o posto C.D.F. acho que ficou mais sociável. Até que a Carolina Alvarez resolveu colocar as asinhas pra fora. Tadinho! |
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Michelle - Me inseriu no mundo do pagode. (argh) Por causa dela, sei coreografias do Karametade. Era fã do Vavá e do Elymar Santos. O_O Foi pra Bahia e voltou. Mora no meu prédio e NUNCA MAIS falei com ela. Pra ver como sou sociável. Michelle. Essa menina foi alvo de tudo na sétima série. Tinha um pouco de pena dela. Motivo: ela tinha duas paixões impossíveis: Thiago Leoni e Vavá e era zoada constantemente. Sobrinha-bisneta-prima-da-avó-da-copeira-do-macaco-de-estimação-da-ajudante-de-quarto de Pedro Álvares Cabral (sim, o que descobriu o Brasil), era uma pessoa verdadeira! |
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Taysa - Muito show. Divertida, descolada, engraçada, alto astral. Meus recreios com ela foram sempre animados. Na oitava série então, foi muito legal nossa convivência. Ela esta bem, morando lá em Niterói pelo que me consta. Uma besteira que ela disse mudou a minha vida. Mas tudo certo. Não tava perdendo nada de bom. Era divertida pacas e fazia a melhor imitação de maritaca do colégio. |
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Priscila - Era
uma contradição ambulante: a-filha-do-professor-mais-legal-de-educação-física-que-odiava-se-mexer.
Era pagodeira também. Aprendi músicas dos Na sétima série, nem falava com ela. Já de cara, tinha um pouco de aversão a ela, por ser filha do prof. de Ed. Física (eu odeio ed. física). Mas depois tudo se resolveu. Companheira de recuperação. |
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Marcus Vinicius - Um dos três caras maiores que eu na sala. Mesmo assim, eu batia nele de vez em quando. Infelizmente, só fui pegar amizade com ele bem no fim do ano, uma pena. Era um cara legal. Esbarro com ele direto. Fiel escudeiro da Laís agora. Fazia parte dos garotos normais da turma. |
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Thalita - Conheço
desde o maternal. Poderia ser descrita como fã de SANDYJUNIOR. Tivemos
um Primeiro, quero dizer que nunca consegui descobrir, em quem língua falava aquela menina. Ou em que mundo ela vivia. Sempre com assuntos estranhos, opiniões nada a ver. Foi banida do grupo que freqüentava o B.U.R.A.C.O. |
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Preciso
comentar esse daí? Típico adolescente (repetente) babaca. Sim, babaca, fresco, metido. No fundo, ele era um cara legal. Mas necessita de muita visão filosófica para isso. Na frente das pessoas ele era um. Sozinho ele era apenas mais um. Assim como todo mundo caía aquela mascara de valentão (citando a musica interpretada pela Maria Rita Cara Valente), e se tornava normal. Mas isso acontecia raramente. Lembro-me de apenas uma conversa normal com ele. Em que ele não falou quantas meninas havia comido. |
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Arthur - Cara...francamente? Lembro que tinha uma monocelha. E só. Falei tanto com ele, quanto com a mãe do Jean Paul Sartre! Sei que agora ele é amigo de um amigo meu e está bem. |
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Oscar - Oscar - Nao lembro muito dele. Aliás, ele falava? Só lembro que uma vez cantamos juntos a música de abertura de Fly no meio da sala de aula. *momento mico total* Oscar é muuuuuito maneiro. Esbarro com ele direto. Ele tem um jeito engraçado, todo sério, mas só fala merda! Desenha muito. Muuuuuuuuuito mesmo. |